My Words... My Spells
" O poeta é como o príncipe das nuvens. As suas asas de gigante não o deixam caminhar... " Assim começa este espaço onde pretendo transmitir os meus (e porque não, os vossos) sentimentos.
Terça-feira, Abril 07, 2009
Sábado, Fevereiro 21, 2009
“Vozes sem rosto – o mundo visto pelo lado dos mais pobres”.

Quarta-feira, Fevereiro 04, 2009
Terça-feira, Janeiro 15, 2008
Objectivos de Desenvolvimento do Milénio (Millennium Development Goals)
A Declaração do Milénio, adoptada em 2000, por todos os 189 Estados Membros da Assembleia-geral das Nações Unidas, veio lançar um processo decisivo da cooperação global no século XXI. Nela foi dado um enorme impulso às questões do Desenvolvimento, com a identificação dos desafios centrais enfrentados pela Humanidade no limiar do novo milénio, e com a aprovação dos denominados Objectivos de Desenvolvimento do Milénio (MDGs) pela comunidade internacional, a serem atingidos num prazo de 25 anos, nomeadamente:
1. Erradicar a pobreza extrema e a fome
A pobreza extrema e a fome crónica tornam o desenvolvimento de qualquer pessoa ou país muito mais difícil. A pobreza leva à subnutrição e a doenças várias, que reduzem o rendimento e a produtividade económica que, por seu turno, amplifica a pobreza e a fome – porque as pessoas não conseguem ter uma alimentação saúde e habitação adequadas, nem investir na educação das suas crianças ou ter o seu próprio negócio.
2. Alcançar a educação primária universal
A educação é fundamental para acabar com a pobreza e atingir os Objectivos de Desenvolvimento do Milénio (ODM). Aumentar o nível de educação duma sociedade está positivamente correlacionado com padrões de vida mais elevados e melhores resultados em termos de saúde pública.
3. Promover a igualdade do género e capacitar as mulheres
As mulheres são cruciais em cada aspecto do desenvolvimento social e económico, mas muitas são impedidas de atingir o seu potencial. Mulheres empoderadas contribuem mais para as suas famílias e sociedades, ao ganharem um rendimento maior, promoverem a educação das suas crianças e ao saberem mais sobre cuidados de saúde. Deste modo são forças positivas para se alcançar todos os ODM
4. Reduzir a mortalidade infantil
A sobrevivência de uma criança não deve depender do local onde ele ou ela nasce, mas essa é a realidade de milhões de crianças: 99% das mortes abaixo dos cinco anos acontece em países de rendimento baixo ou médio, a maior parte no Subcontinente Asiático e África Subsariana. A taxa de sobrevivência na infância também varia significativamente entre e dentro de países e está fortemente relacionada com o rendimento e o nível de escolaridade da mãe: as crianças que pertencem ao grupo dos 20% mais ricos têm duas vezes mais probabilidades de sobreviver do que as crianças que pertencem ao grupo dos 20% mais pobres; as crianças que têm mães com pelo menos uma educação secundária têm também duas vezes mais probabilidades de sobreviver do que as crianças de mães menos escolarizadas. O Objectivo 4 quer mudar estas estatísticas e dar a cada criança, independentemente da nacionalidade ou estatuto socio-económico, uma oportunidade igual para uma vida saudável e preenchida.
A probabilidade de morrer durante a gravidez é de 1 em 16 na África Subsariana, contra 1 em 3800 no mundo desenvolvido. Se uma mulher num país pobre consegue sobreviver, pode ainda assim estar sujeita a complicações pós-parto que ameaçam a sua saúde e a marginalizam ainda mais na sociedade.6.Combater o HIV/SIDA, a malária e outras doenças
Nos países pobres, a falta de saúde reduz a produtividade e o rendimento, exacerbando os problemas de saúde, porque as pessoas não podem pagar uma alimentação, habitação e tratamento adequados. A SIDA, em particular, tem um impacto de grande alcance, modificando o tecido social e económico da sociedade africana, dado que as suas vítimas se encontram frequentemente nos seus anos mais produtivos.
7. Assegurar a sustentabilidade ambiental
O Objectivo 7 incide sobre a melhoria da vida dos habitantes dos países em desenvolvimento através de práticas de desenvolvimento sustentável porque os Objectivos de Desenvolvimento do Milénio (ODM) reconhecem que os destinos das pessoas e do ambiente estão interligados.
8. Desenvolver uma parceria global para o desenvolvimento
Todos os Estados membros da ONU subscreveram no ano 2000 a Declaração do Milénio, prometendo apoiar uma “parceria global para o desenvolvimento”. Os países pobres concordaram em pôr em prática políticas e orçamentos no sentido de alcançarem os ODM. Em troca, os países ricos concordaram em apoiar os países em desenvolvimento no esforço de atingirem os ODM, em três áreas fundamentais:
O perdão da dívida é crucial para conseguir o Objectivo 1 dado que os pagamentos limitam a capacidade de um governo para concentrar completamente os seus recursos na obtenção dos ODM. Para muitos países é impossível pagar a sua dívida externa e transferir recursos para programas de desenvolvimento e serviços sociais. Sem o fardo da dívida, vários países conseguiram melhorar os serviços sociais.
A Ajuda Pública para o Desenvolvimento (APD) fornece aos países em desenvolvimento os recursos adicionais necessários para investir nas reformas cruciais para o desenvolvimento sustentável e para a obtenção dos ODM.
Políticas comerciais que considerassem a situação especial e os obstáculos com que se deparam os países em desenvolvimento na economia global poderiam ter um impacto positivo no desenvolvimento e nos ODM. Dado que 70% da população nos países pobres conta com a agricultura para a sua subsistência, as práticas comerciais injustas têm um impacto acrescido nas pessoas mais pobres.
Foram ainda aí estabelecidas metas quantitativas para a maioria dos objectivos, com vista a possibilitar a medição e acompanhamento dos progressos efectuados na sua concretização, ao nível global e nacional.
Muitas ONG adoptaram estes objectivos como seus próprios até 2015, conduzindo assim as suas estratégias, dentro da sua área e em consonância com os ODM (Objectivos de Desenvolvimento do Milénio).
Terça-feira, Janeiro 01, 2008
Porquê tu?!

Desta janela do infinito vejo-te de alegria espelhada nos olhos durante o teu passeio matinal à beira mar, onde o vento acaricia os teus cabelos longos e a brisa te entoa histórias mágicas de guerreiros, monstros e navios que já percorreram esse mar agora de águas calmas e límpidas.
Foi aí que te vi pela primeira vez… engraçado, nunca tive intenção de me apaixonar desta maneira. Hoje penso para mim: porquê tu, porque não outra qualquer?!
É incrível como uns olhos e um sorriso bonito nos podem levar à loucura.
Tão bonitas eram as coisas que me dizias, mas no fim mais não eram do que puras mentiras, fantasias de uma mente algo retrógrada e confundida.
Hoje digo sem dó, foi maldito o tempo perdido no perfume do teu corpo que pensei ser “meu” a cada amanhecer, a cada alvorada.
A vida só é bela quando respeitada e tu foste a grande tortura que eu nunca julguei merecer… por vezes somos compensados com estas realidades e às quais não temos resposta.
Entretanto o mundo vai tendo pena de mim e eu só me limito a pensar …
Nos teus olhos… no teu sorriso…
Porque tu?!?!
Quarta-feira, Dezembro 05, 2007
Tombam lágrimas

Levaste contigo as doces melodias que ao anoitecer nos acolhiam, enquanto juntos olhávamos as estrelas não pensando em nada, desfrutando apenas do abraço que nos mantinha juntos.
O sol fraco deste fim de tarde não chega para aquecer a alma que se perde por entre a tinta e as palavras nesta folha que sinto amachucada…
Sem ti ao meu lado sinto-me como uma casa vazia onde antes reinava a felicidade das crianças que enchiam todos os compartimentos com os seus gritos e sorrisos… neste momento a casa encontra-se entregue ao vazio, à escuridão.
A noite chega rapidamente, acendo uma luz nesta madrugada escura onde apenas tenho como companhia a minha própria sombra… sinto-a também ela perdida, indecisa, sem rumo…
Impera o silêncio, limito a minha resistência ao teu sorriso onde tantas vezes me perdi e deixo-me levar pela ânsia desesperada de o voltar a encontrar uma vez mais…
Fecho os olhos e inspiro o ar frio desta noite.
De repente sinto ao de leve o teu toque, o mundo pára naquele instante em que as nossas mãos se entrelaçam… apenas nos guiam o tacto e a sombra.
A noite tornou-se eterna… e tu também!
Domingo, Novembro 11, 2007
Diário do desespero!

Diz-se que o amor incendeia a alma mas, por vezes também apaga o lume que nos alimenta por dentro…
Preparo-me para escrever, quero livrar-me deste tormento e acordar num novo amanhecer… quero voltar a ver as coisas num sentido mais optimista, voltar a correr sem o medo de tropeçar nas agonias de hoje, sentir o perfume que o ar emana e deixar-me levar pela paixão que nos move os sentidos…
Quero simplesmente renascer, quero simplesmente voltar a ser eu!





